5 de nov. de 2011
19 de jul. de 2011
1 de jul. de 2011
23 de jun. de 2011
22 de jun. de 2011
Mestre-de-obras virou profissão de rico
Como há em nosso país distorções salariais.
Vejam isso:
Um levantamento que fiz na semana passada em departamentos de recursos humanos de construtoras mostra que um mestre-de-obras experiente e disputado já consegue ganhar até R$ 10 mil por mês na cidade de São Paulo.
Só para dar uma idéia da modificação veloz dessa paisagem, vamos fazer uma comparação com os habitantes mais velhos, acima dos 60 anos. Nessa faixa, apenas 10% passaram pelo ensino médio. Ou seja, 72% contra 10%.
A explicação para esse movimento aparece nas estatísticas da Secretaria do Trabalho da capital paulista.
Nos últimos 12 meses, foi criado, na cidade, 1,7 milhão de empregos: 60% dos contratados tinham ensino médio; mais 18% concluíram ou estão concluindo algum curso superior; a imensa maioria do restante chegou até pelo menos a 8ª série do ensino fundamental.
A informação do Datafolha ajuda a explicar um estudo, divulgado na semana passada pela Fundação Getúlio Vargas, que apontou o aumento da classe média nas regiões metropolitanas. Além do crescimento econômico e da formalização da mão-de-obra, influi a formação dos trabalhadores. É sabido que existe uma relação entre renda e nível de estudo.
O salário médio do mestre-de-obras que, pelos cálculos da FGV, o coloca na categoria dos ricos (acima dos R$ 4 mil) reflete a crescente procura das empresas por gente capacitada -uma gritaria que se vê em todos os setores que exigem um mínimo de sofisticação. Basta dar uma olhada nos bancos públicos de empregos: uma imensa quantidade de vagas não é preenchida.
Uma das questões essenciais para o futuro de São Paulo é preencher as necessidades econômicas da cidade e, ao mesmo tempo, garantir a inserção dos jovens no mercado do trabalho -um complexo arranjo que deveria estar no topo das preocupações de um prefeito. Nada pode ser mais importante em uma comunidade do que estimular o desenvolvimento humano. Há uma série de casos para serem estudados.
Na cidade de Indaiatuba, próxima de Campinas, a prefeitura, em parceria com o governo estadual e federal, universalizou o ensino técnico, respeitando as vocações locais.
Lembrete: Indaiatuba apareceu em primeiro lugar na lista de qualidade de vida feita pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).
Na imensa maioria das vezes, como mostram as estatísticas oficiais, sair de cursos técnicos ou tecnológicos significa emprego garantido. Em alguns setores, como apontam relatórios do Centro Paula Souza e do Senai, a procura é bem maior do que a oferta da mão-de-obra formada em seus cursos.
Daí a importância do acerto do Ministério da Educação com o chamado Sistema S (Sesi, Senai e Senac, entre outros) para abrir mais vagas gratuitas ou das experiências de empresas que ajudam na gestão das escolas públicas, aproximando-as do mercado de trabalho. É o caso do ensino de mídias digitais para estudantes de Pernambuco e do Rio.
Em São Paulo, cursos técnicos começam a ser oferecidos nas escolas regulares da rede estadual. Ainda é um projeto que engatinha, não dá para ser avaliado. Mas tenho acompanhado a reação de alunos em uma das escolas que se tornou, desde o ano passado, piloto para esse programa, oferecendo cursos de webdesign e gestão de pequenos negócios.
Percebo, ali, alunos mais motivados, por verem uma porta de saída e significado prático no que estão estudando.
Um prefeito de São Paulo será, mais cedo ou mais tarde, forçado a se conectar menos ao hardware (obras) do que ao software (o capital humano), o que exige os mais diferentes arranjos de uma comunidade em torno do conhecimento. Temos aí alguns exemplos de arranjos produtivos locais que produzem bons e abundantes empregos, como São José dos Campos, Piracicaba ou Santa Rita do Sapucaí (MG), onde se montaram pólos de tecnologia em torno de suas vocações, respectivamente, aeronáutica, álcool e telecomunicações
Se não tiver cabeça de educador, o prefeito de São Paulo será, na melhor das hipóteses, um bom mestre-de-obras.
PS-Para medir como São Paulo vai moldando seus habitantes, devido às exigências do mercado de trabalho, a soma dos paulistanos na faixa de 16 a 24 anos com ensino médio e superior é de 85%. Na zona oeste, 40% dos adultos, acima dos 24 anos, têm ensino superior.
fonte: Gilberto Dimenstein (portal Aprendiz)
18 de jun. de 2011
Quanto ganha um Eng Civil
Salário de um Engenheiro Civil
O piso salarial de um Engenheiro Civil (salário mínimo da categoria profissional) é de R$ 4.335,00 (quatro mil trezentos e trinta e cinco reais).
Profissão de Engenheiro Civil
De acordo com a Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966, a profissão de engenheiro civil tem como característica as realizações de interesse social e humano que importem nos seguintes empreendimentos: a) aproveitamento e utilização de recursos naturais; b) meios de locomoção e comunicações; c) edificações, serviços e equipamentos urbanos, rurais e regionais, nos seus aspectos técnicos e artísticos; d) instalações e meios de acesso a costas, cursos e massas de água e extensões terrestres; e) desenvolvimento industrial e agropecuário.
O que faz um Engenheiro Civil
Dentre os profissionais de engenharia, o engenheiro civil é aquele responsável por todas as fases de uma construção. O engenheiro civil analisa o projeto da construção, calcula as estruturas, as tensões, resistência dos materiais usados, faz pesquisas e analisa o solo do terreno onde será feita a construção e acompanha o andamento da obra desde o seu início até a sua conclusão. Ele gerencia, supervisiona e fiscaliza a construção das obras. Ele também realiza consultoria na área de engenharia civil, fornecendo soluções para otimizar o trabalho na construção das obras. Observa-se, portanto, que o trabalho do engenheiro civil é muito importante para o desenvolvimento do país.
Quanto tempo dura o curso de engenharia civil
A graduação em engenharia civil dura em média 5 (cinco) anos. Na faculdade, o estudante de engenharia civil terá aulas práticas e teóricas de diversas disciplinas, como cálculo e resistência dos materiais, todas destinadas a formar um bom engenheiro civil.
Quanto Custa o Salário de um engenheiro civil
A Constituição da República Federativa do Brasil estabelece que o piso salarialproporcional à extensão e à complexidade do trabalho é um dos direitos dos trabalhadores urbanos e rurais. Portanto, diante da complexidade e responsabilidade dos trabalhos realizados pelos engenheiros civis, eles têm direito a um salário mínimo profissional justo.
A Lei nº 4.950-A, de 22 de abril de 1966, estabelece que o salário mínimo a ser pago a um engenheiro civil é o seguinte:
a) Se o engenheiro civil tem carga horária de trabalho de 6 (seis) horas diárias de serviço, o piso salarial será de 6 (seis) vezes o salário-mínimo do Brasil;
b) Se o engenheiro civil tem carga horária de trabalho superior a 6 (seis) horas diárias de serviço, o piso salarial será fixado tomando-se por base o custo da hora de trabalho, acrescidas de 25% (vinte e cinco por cento) as horas excedentes das 6 (seis) diárias de serviços.
Assim, considerando que o salário mínimo atual é de R$ 545,00, o salário base dos engenheiros civis que trabalham até seis horas diárias é de R$ 3.270,00 (três mil e duzentos e setenta reais). Ou seja, o salário mínimo profissional do engenheiro civil é calculado da seguinte forma: Salário Mínimo Profissional = 6 x Salário Mínimo.
Quando a jornada de trabalho do engenheiro civil for de sete horas, o seu salário mínimo profissional é calculado da seguinte maneira: Salário Mínimo Profissional = (6 + 1,25) x Salário Mínimo = 7,25 x Salário Mínimo. Portanto, de acordo com esta conta, para o engenheiro civil que tem jornada de sete horas diárias, a sua remuneração mínima será de R$ 3.951,25.
Quando a jornada de trabalho do engenheiro civil for de oito horas, o seusalário mínimo profissional é calculado da seguinte maneira: Salário Mínimo Profissional = (6 + 1,25 + 1,25) x Salário Mínimo = 8,5 x Salário Mínimo. Portanto, de acordo com esta conta, para o engenheiro civil que tem jornada de oito horas diárias, o piso salarial (salário mínimo da categoria profissional) será de R$ 4.632,50.
Caso o engenheiro civil exerça suas atividades à noite, a remuneração do trabalho noturno será feita na base da remuneração do trabalho diurno, acrescida de 25% (vinte e cinco por cento). E caso o engenheiro civil trabalhe além de sua jornada de trabalho, a sua hora extra será acrescida de 50% (cinquenta por cento) do valor da hora normal.
Assim, caso o engenheiro civil tenha jornada de trabalho de 6 (seis) horas diárias, o valor da hora extra a ser paga será de R$ 25,50 (vinte e cinco reais e cinquenta centavos); se for de 7 (sete) horas diárias, o valor da hora extra a ser paga será de R$ 26,41 (vinte e seis reais e quarenta e um centavos); e, o engenheiro civil tenha jornada de trabalho de 8 (oito) horas diárias, o valor da hora extra a ser paga será de R$ 29,56 (vinte e nove reais e cinquenta e seis centavos).
Concurso para Engenheiro Civil
Atualmente, a Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras lançou edital de concurso público para contratação de engenheiros civis, além de outros cargos. De acordo com o edital, um engenheiro civil júnior tem o salário básico de R$ 4.117,07, com garantia de remuneração mínima de R$ 6.217,19.
O Superior Tribunal Militar também lançou edital de concurso público para o cargo de analista judiciário – área: apoio especializado – especialidade:engenharia civil, onde o requisito é o candidato possuir diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em Engenharia Civil, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação, e registro no órgão de classe. A remuneração inicial prevista é de R$ 6.611,39.
Neste ano, a Caixa Econômica Federal também lançou edital de concurso público para contratação de engenheiros civis, além de outros cargos. De acordo com o edital, um engenheiro civil tem a remuneração inicial de R$ 6.571,00 para uma jornada de trabalho de 40 (horas) semanais.
Em 2009, a Empresa Baiana de Águas e Saneamento S/A lançou edital para contratação de engenheiros civis. A remuneração inicial de um engenheiro civil na EMBASA era, segundo o edital, de R$ 4.091,60.
fonte:5 de jun. de 2011
CONCURSO PUBLICO - ENGENHEIRO- BLUMENAU
Concurso para Engenheiro e outros cargos menos importantes kkk
Resumo:
Escolaridade: Nível Superior, Nível Médio, Nível Fundamental
Vagas: 164
Salário: Máx.: R$ 8.760,00, Min.: R$ 591,00
Cargos: Engenheiro Inscrições: 20/05/2011 a 10/06/2011
Prova(s): 07/08/2011
Organizadora:CONCURSO REALIZADO PELO PRÓPRIO ÓRGÃO
4 de mar. de 2011
FORMANDOS 2010
17 de fev. de 2011
2 de fev. de 2011
3 de jan. de 2011
Infraestrutura e serviços lideram oportunidades em 2011
A geração de emprego nunca esteve tão em alta no Brasil. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, foram criados mais de 2,5 milhões de postos de trabalho com carteira assinada em 2010 – resultado que supera o recorde histórico de 2008, quando foram registrados mais de 2,1 milhões de novos empregos.
Para o ano que começa, as previsões continuam otimistas - embora o País deva registrar um crescimento menor. “A economia vai crescer menos em 2011, algo em torno de 5%, mas isso não é necessariamente ruim. Nesse ritmo, estimamos a criação de cerca de 2 milhões de postos este ano”, afirma o economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Sérgio Mendonça.
Boa notícia, é certo. Mas para quem busca uma colocação (ou nova posição) no mercado de trabalho, fica a dúvida: quais são as profissões em alta? E mais: onde essas vagas serão criadas?
Na avaliação da coordenadora do MBA de Gestão de Pessoas da Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro (FGV-RJ), Ana Ligia Finamor, vão ganhar os profissionais ligados aos setores de infraestrutura, como engenheiros, e de serviços, como hotelaria, turismo e alimentação.
“Hoje, vemos uma grande demanda para os trabalhos que envolvem a exploração do pré-sal (bacia petroleira localizada em Campos, no Estado do Rio de Janeiro) e obras de infraestrutura. Isso inclui a engenharia naval, engenharia de produção, engenharia de tecnologia. Está tudo interligado”, explica Ana Ligia.
A Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 também vão demandar profissionais desde já. “Tudo o que de alguma forma está relacionado a esse momento poderá tirar proveito. Há grandes oportunidades no turismo, hotelaria, gastronomia e eventos.”
Segundo Mendonça, do Dieese, os Estados que vêm se destacando na criação de empregos são São Paulo, por concentrar boa parte dos investimentos privados brasileiros, Rio e Pernambuco. “Investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), da indústria naval, de siderúrgicas, somados com as obras necessárias para a Copa e as Olimpíadas fazem do Rio uma das unidades da Federação onde o nível de investimento per capita está mais forte”, afirma o economista.
Em Pernambuco, Mendonça observa “uma mudança grande (na criação de empregos), a partir da revitalização do Porto de Suape e a construção de refinarias, petroquímicas e estaleiros”. O economista aponta ainda oportunidades como o polo têxtil em Caruaru, a nova fábrica da Fiat (cuja pedra fundamental foi lançada em 28 de dezembro de 2010) e a expansão da fábrica de baterias Moura, que vai ampliar em 25% a capacidade da fábrica de Belo Jardim.
O turismo do Nordeste, o porto do Rio Grande (RS), onde está sendo construído um dos maiores estaleiros do Brasil, e o Porto de Santos (SP), “que precisa passar por um investimento muito pesado”, são outras áreas que vão gerar empregos, segundo o economista do Dieese.
Engenharia e serviços
Levando em conta esse cenário, os profissionais ligados ao setor de infraestrutura estão entre os que mais devem ser procurados em 2011 (e nos próximos anos). “A engenharia voltou a ser fortemente valorizada”, diz Mendonça. Prova disso é que, a construção civil foi o setor da economia que mais cresceu em 2010, com 14,4% de aumento no número de postos de trabalho. “A engenharia de produção e a engenharia naval são áreas que estão em franca expansão”, afirma Ana Ligia, da FGV-RJ.
O setor de serviços, responsável pela criação de quase 1 milhão de novos empregos em 2010, também continua forte. “Hotelaria, turismo e alimentação vão continuar crescendo, sem dúvida”, diz Mendonça, que ressalta a importância da Copa do Mundo e das Olimpíadas na geração de postos de trabalho para esse setor.
Na avaliação de Ana Ligia, porém, hotelaria, turismo e alimentação devem manter a demanda por profissionais mesmo após os eventos esportivos. “O País está evoluindo em poder aquisitivo e no sentido cultural. Com isso, as pessoas estão buscando mais conhecimento sobre comida, no que se refere a hábitos mais requintados.”
Apesar de a procura por profissionais estar mais forte em alguns setores do que em outros, há uma visão de que todas as áreas vão ganhar caso o País mantenha o ritmo de crescimento em torno de 5%, como previsto por alguns economistas. “Nesse cenário, a demanda por vários segmentos vai ser ampla”, acredita Mendonça.
12 de dez. de 2010
8 de nov. de 2010
Hidrelétricas são destaque no Discovery Channel
A partir de 9 de novembro, as usinas hidrelétricas de Itaipu, Foz do Chapecó e Porce III, na Colômbia, serão tema do programa “Como se Resolve”, do Discovery Channel.
O programa abordará, em dois episódios, a importância das usinas hidrelétricas como solução de abastecimento de energia elétrica no Brasil e exterior.

O primeiro episódio, que vai ao ar dia 9, às 20h, trará os desafios e a complexidade na construção da usina hidrelétrica de Itaipu, em Foz do Iguaçu. Ele mostrará também as obras atuais da usina de Foz do Chapecó, em Santa Catarina.
Dia 23, será a vez de Porce III, usina que está sendo erguida próxima à cidade de Medellín, na Colômbia. As três obras tiveram a participação da construtora Camargo Corrêa.
7 de nov. de 2010
1 de out. de 2010
Direito de Resposta- CAEC
REPASSE: ainda não recebemos do DCE;
prestação de contas: será feita prestação de contas anual, assim como ano passado;
Semana Acadêmica: estamos organizando, até o dia 10 teremos tudo definido e encaminharemos por e-mail para todos os acadêmicos!
e sobre os post anônimos, foi uma tremenda falta de respeito o que dito a respeito de muitas pessoas, não me importo com as coisas ditas a meu respeito.. aquilo que vem de partes inferiores nunca me atingiram, não estou achando que sou superior a alguém, as pessoas que não tem nem coragem de assumir o que dizem realmente estão abaixo... espero que tornem-se homens e igualem-se aos demais.
MAICON JONER
Presidente CAEC - Furb
nos colocamos a inteira disposição para esclarecimentos.
29 de set. de 2010
ESTAGIO WEG
Estão abertas até dia 30 de Novembro no site www.weg.net/estagio as inscrições decandidatos externos para o Programa de Estágio WEG 2011/1.
Informações no site www.weg.net/estagio
Anonimo
- Post anonimos estao extintos, baixarias serão apagadas.
- O CAEC fica formalmente convocado a se pronunciar quanto ao repasse/prestação de contas/Semana Acadêmica.
Um grande abraço
12 de set. de 2010
Guindaste desaba e mata dois operários na Bahia
O Corpo de Bombeiros foi acionado para remover a grua de um guindaste que caiu por cima dos trabalhadores na avenida Paralela, uma das mais movimentadas da capital baiana.
De acordo com a construtora do condomínio Le Parc, os funcionários estavam com os equipamentos de segurança. A vítima que sobreviveu foi socorrida pelos bombeiros e levada para o hospital.
Ainda não há informações sobre as causas da queda da grua.


confira o vídeo com a reportagem:
http://terratv.terra.com.br/videos/Noticias/Brasil/4194-320755/Guindaste-desaba-e-mata-2-operarios-na-Bahia.htm
8 de set. de 2010
Uso de redes sociais reduz desempenho acadêmico, diz estudo
A pesquisa, feita por Paul Kirschner, da Open University, na Holanda, foi publicada na revista científica Computers in Human Behaviour.
Ela questiona teorias atuais de que o cérebro do jovem moderno, moldado pela era digital, estaria adaptado a processar simultaneamente canais múltiplos de informação.
Kirschner sugere que, em comparação com estudantes que realizam uma tarefa de cada vez, os adeptos do multitasking (fazer várias atividades ao mesmo tempo) precisam de mais tempo para o aprendizado e cometem mais erros no processamento da informação.
Ele explica que o estudo é preliminar e precisa ser aprofundado. O pesquisador entrevistou 219 estudantes de uma universidade pública holandesa.
A análise dos dados revelou que usuários do Facebook apresentaram, em uma escala de um a quatro, uma nota média de 3,06. Os que não usavam a rede social tiveram desempenho 20% melhor, alcançando em média 3,82 pontos.
O estudo também concluiu que usuários do Facebook estudaram menos horas: entre uma e cinco horas por semana, em comparação com não usuários, que disseram estudar entre 11 e 15 horas por semana.








